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Pobreza na América Latina tem pior índice na década

Uma triste tendência dos primeiros anos deste milênio é o recuo da felicidade. Já nos falta aquela sensação de poder que a humanidade carregou aos trancos e barrancos desde o iluminismo – não a toa que Paris está em chamas.

Já a América Latina aguarda por dias melhores, impulsionada pelo Brasil, o relatório ‘Panorama Social 2018’, da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL, órgão da ONU), apresentado nesta terça-feira, 15, indica que a pobreza na América Latina começou a crescer nos últimos anos. E olha que o relatório ainda desconsiderou os dados da Venezuela fornecidos por maduro, já que o país vive uma visível catástrofe humanitária.

Segundo Alicia Bárcena, responsável pelo braço das Nações Unidas para o desenvolvimento econômico na região, desde 2015 foram registrados retrocessos, particularmente em termos de pobreza extrema.

Em 2002 havia 57 milhões de pessoas em situação de miséria na América Latina, número que chegou para 63 milhões de latino-americanos em 2018.

Embora países como Paraguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, Chile e Equador tenham conseguido recuar a pobreza em seus países, outras nações como o Brasil contribuíram para o aumento da pobreza na América Latina. No Brasil entre 2015 e 2017 a pobreza extrema saltou de 4% para 5,5% da sua população, e sem dúvidas estes números vão piorar bastante com o último ano do governo Temer.

Colômbia, El Salvador e Paraguai reduziram no período sua desigualdade por renda no, enquanto Honduras e a República Dominicana sofreram pioras, um caráter do Caribe. Segundo Alicia Bárcena a desigualdade social representa uma “trava ao desenvolvimento” e uma “barreira” para a erradicação da pobreza, a ampliação da cidadania e a própria governabilidade democrática.

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